"Esta página foi idealizada para o entendimento desta incrível ciência milenar, o Feng Shui, para apreciação de boas propostas em arquitetura e em artes visuais; também para promover a conscientização ambiental através de soluções sustentáveis. "
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11 de abr. de 2015

Imóveis desfavoráveis

O Feng Shui utiliza a intuição e o bom senso. Não é dogma. É arte que nos ensina a lidar com as energias, a buscar sempre um melhor direcionamento, condição vital e benefícios para todos. 

O Feng Shui dos imóveis é baseado em análises minuciosas de diferentes itens, como o terreno e a vizinhança. Faz-se cálculos e estudos das formas e movimentos das energias do local, como é o ambiente externo e o interno, a saúde dos seus ocupantes, sua cultura, gostos e necessidades, problemas construtivos, limpeza, organização e orientação do imóvel, entre outros. 
Resumidamente, podemos entender que é muito importante que haja uma relação nutritiva entre os ocupantes, a casa e seu local em relação aonde está construída. O Feng Shui pode nos ajudar a encontrar este nível de bem estar. A forma das casas, terrenos e das ruas dão uma identificação de quanto este lugar em que moramos ou trabalhamos pode nos proporcionar boas ou más energias, boa saúde ou males até mesmo físicos. 

(imagem de blogdokleberavelino.com.br)

Veja, abaixo, uma lista de áreas favoráveis ou desfavoráveis para se viver.

Favoráveis: 
* edificações em formato quadrado, redondo, retangular, em 'T' (equilibrado), 'L' (equilibrado), 
* ruas em formato paralelo, em 'C' ou onduladas (depende a posição do imóvel nesta ondulação).

Desfavoráveis: 
* edificações em formato irregular, em 'T' (desequilibrado), 'H' e triangular, 
* ruas sem saída, em formato de 'T', 'Y', 'U' ou onduladas (depende a posição do imóvel nesta ondulação),
* casas de esquina. 

Na lista de imóveis considerados ruins para morar, estão: edificações religiosas, políticas, onde velamos mortos, tratamos doenças, acumulamos lixo, com proximidade de fortes correntezas, de energias elétricas e nucleares, de promoções de shows, academias, com fluxo intenso de carros ou com pouca ventilação e iluminação.

30 de jun. de 2014

A aquisição de um imóvel

(imagem de www.modelosfaceis.com.br)
Profissionais envolvidos: o comprador, o vendedor, o advogado (se necessário), o corretor de imóveis, o técnico de avaliação (prefeituras e bancos), o arquiteto e/ou engenheiro (também se necessário). 

Todos os profissionais especializados, citados anteriormente, servem para acompanhar ambas as partes (quem está vendendo e quem está comprando) e esclarecer as suas dúvidas, evidenciar potencialidades e evitar possíveis erros. Importante é investigar bastante e colher o maior número de informações, principalmente sobre as pessoas e/ou empresas envolvidas no negócio e, principalmente, verificar a documentação e restrições do imóvel com os órgãos de fiscalização. 

Outros elementos questionados no momento da compra: a insolação, a ventilação, os recuos, o entorno, fluxos, barulhos, condições do solo, abastecimento água, coleta de esgoto, ligação de luz, a topografia, possíveis áreas de reserva ambiental e árvore(s) de corte ilegal. 

10 de dez. de 2013

Novos arranha-céus ou antigas e baixas edificações?

(imagem gigantesdomundo.blogspot.com)
Viver em um edifício de muitas ou poucas unidades? Eis a questão! As duas opções têm suas vantagens e desvantagens. Em um edifício pequeno temos uma chance melhor de conhecermos e interagirmos com os nossos vizinhos, embora, às vezes, isto possa passar da amizade para a falta de privacidade. Normalmente em um edifício pequeno somos obrigados a fazer mais exercícios físicos, pois não existe um elevador. Isto é algo cansativo, mas também bom para a nossa saúde. Em um edifício pequeno temos uma vaga de garagem, quando muito. Enquanto em uma nova edificação há a possibilidade de, em média, termos até duas vagas de garagem. Nos novos empreendimentos têm-se uma ampla e disputadíssima área de lazer com academia, espaço gourmet, piscina, e etc. Em uma unidade menor dividimos o pátio ou aproveitamos a praça e parque mais próximos. Num apartamento novo, nas alturas, nós pagamos mais pela vista (ou não, pois isto dependente de sua implantação e se as unidades adjacentes podem bloquear sua visão junto com a incidência solar e de vento), mas temos ambientes de dimensões menores. Em um edifício menor e mais antigo temos áreas mais amplas, mas, geralmente, precisamos dividir o único banheiro com mais usuários. Ficamos divididos entre reuniões conturbadas com muitos condôminos e altas taxas de manutenção em um prédio glamouroso, ou uma pequena e limitada taxa em um edifício tradicional de aparência familiar. A verdade é que o mercado imobiliário favorece o crescimento verticalizado, disso não poderemos fugir, embora os edifícios mais baixos ainda possam atender bem as nossas necessidades e os nossos bolsos. É tudo uma questão de gostos, necessidades e escolhas. 

21 de dez. de 2012

Disputas pelo melhor Feng Shui


(imagem internet)
As instalações de residências, devido as condições que as fazem mais ou menos favoráveis, já foram motivos de lutas sangrentas. Em tempos remotos e ainda nos dias de hoje, as melhores localidades são disputadas.


Os arquitetos, engenheiros e construtores, em geral, utilizam as informações, provinda de estudos e análises, para escolherem melhor os locais onde possam erguer os seus projetos. Os corretores de imóveis, baseando-se nos objetivos dos clientes para encontrar as propriedades favoráveis, em termos de localização, conforto e bem estar dos compradores. Outras pessoas sabem e podem avaliar quais as áreas com maior fluxo de Chi as vezes até mesmo devido a um sexto-sentido mais apurado. Já com o trabalho dos  consultores de Feng Shui, todos tem a chance de saber o perfil do local onde vivem.


Fonte: 'Feng Shui: harmonia dos espaços', por Nancy Santo Pietro. 

20 de nov. de 2012

Crer no Feng Shui

Para o Feng Shui dar certo você precisa ter fé. Mas não aquela relacionada às doutrinas religiosas - até porque isto não é uma religião e sim uma técnica de harmonização e composição saudável de ambientes. Trada-se de uma disposição pessoal de buscar uma vida melhor. Uma aliança entre o visível e o invisível para o processo de cura.

O Feng Shui está mais relacionado com a observação e a ação. Para sua melhor compreensão devemos abrir os olhos e mentes. Isto não quer dizer que, assim, eliminaremos todos os problemas da vida, mas que, através da melhora dos padrões vibratórios, alcançaremos a saúde necessária para os bons momentos. Com o Feng Shui se restabelece a esperança e se transforma as dificuldades em oportunidades.

O consultor, por exemplo, trabalhará especialmente com a inteligência intuitiva, a terceira visão. Ele entende a energia por meio da leitura dos símbolos (decodificação), aplica técnicas de Feng Shui, realiza intervenções, corrige disposições, recria padrões vibratórios.

Consultor analisa:
* Fluxos;
* Arquitetura;
* Decoração;
* Paisagismo;
* Infraestruturas,
* Males e possíveis curas;
* Compra e aluguel de imóveis;
* Geobiologia.

Fonte: 'Feng Shui: o poder de atrair prosperidade' - por Silvana Helena Occhialini.